Ando à nora. Ando sem saber o que faço aqui. Quem me dera puder saber o que estou aqui a fazer. Qual é o meu propósito?
Umas vezes bem, outras no fundo do poço. Umas vezes feliz, outras com raiva e triste. Ai de mim, ai da minha vida, nascida para não saber, nascida para sofrer.
Será falta de sorte? Será olho gordo? Será má pontaria? Bolas já chega de sofrer, já chega de andar a contar tostões, já chega não ter sorte, já chega não ser feliz.
Hoje estou triste, mas amanhã estarei melhor? Amanhã estarei melhor, mas depois estarei pior? Quem sabe?
Tudo é relativo, tudo é breve....
Quem me pode dar a mão para me guiar neste caminho escuro?

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